
Diferente de outras travessias, a Travessia da Juatinga não tem pernoite nem alimentação em acampamento selvagem. Existem na região doze comunidades onde a luz elétrica só é disponível em algumas casas que usam gerador ou energia solar. Essas comunidades caiçaras são hospitaleiras e adaptaram suas casas para hospedar os visitantes.
Com a transformação da região em área de proteção ambiental, essas populações passaram a viver de acordo com as leis ambientais que proíbem o corte de árvores, restringem as construções e diminuem o espaço de suas roças. Sem poder construir suas canoas e pressionados pela especulação imobiliária, os caiçaras têm hoje o seu modo de vida ameaçado, com muitos jovens migrando para a cidade em busca de oportunidades de trabalho.
Assim, o turismo sócio-ambiental se torna uma alternativa importante para o desenvolvimento local e a fixação dos habitantes em seu território original. Em apoio a essas comunidades, temos trabalhado com, no máximo, três a quatro grupos por mês, e sempre contratamos monitores ambientais locais, além de utilizar todo o serviço disponível para hospedagem, alimentação e transporte.
Habitantes nativos são grandes conhecedores da natureza e hoje a maioria já abandonou o hábito da caça predatória, o que demonstra sua compreensão da necessidade de preservar o próprio ambiente e apreciar o valor sócio-econômico que ele representa.
Venha desfrutar dessa experiência inesquecível
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Programação
1º dia -
Laranjeiras – Ponta Negra
Trilha moderada
2º dia – Cachoeira do Saco Bravo
Trilha moderada
3º dia – Ponta Negra – Martim de Sá - Pouso da Cajaíba
Trilha pesada
4º dia – Pouso da Cajaíba – Saco do Mamanguá
Trilha moderada
5º dia – Visita ao manguezal em canoas canadenses
6º dia – Pão de Açúcar – Paraty-Mirim - Paraty
